“… eu prometo a mim mesmo que, se ficar frustrado com a vida, se me afogar em dívidas, venderei tudo e me mudarei para a floresta, encontrarei pessoas que não sejam como eu e aprenderei a amá-las, e farei algo ainda mais difícil: permitir que elas me amem, receber o amor de alguém que não compartilha meu sistema de crenças, que não concorda comigo em tudo, e dormirei sob as estrelas, murmurarei ‘obrigado’ para O Criador do universo como uma forma de me reaproximar de um velho amigo, um amigo que você não precisa ser inteligente, bonito, religioso ou qualquer outra coisa – só precisa aceitá-lo, amá-lo, depender dele, ouvir sua história.”
É bem por aí.