Não sei se já comentei por aqui, mas o singelo e discreto autor que vos escreve cursa uma faculdade de Direito. Tá. Admito que é só por acaso mesmo, meu sonho é fazer arte.
E acho que é por causa desse sonho reprimido – pela falta de coragem de encarar o que quero – que acredito que as pessoas devem aproveitar mais as coisas, sabem? Cada pequeno espaço que lhe é dado para fazer arte. Pois por menor que seja, você nunca sabe exatamente quanta inspiração ele carrega.
Portanto, quando sentir que é o momento, clique; quando intuir a ebulição do dom, atue; quando se arrepiar com a percepção das notas de um simples sussurro, toque, cante, espante.
Se achar que sabe arrumar um punhado de palavras, escreva; e se, ao olhar para a aquarela, a disposição das tintas o emocionar de alguma forma, pinte; se desconfiar que dá para comandar passos que não os de caminhar aos seus pés, dance. Até porque o momento só se revela único quando pretérito e não vá você inventar de viver se lamentando.
Tags: amor, arte, dança, Donk, faculdade, Fiuza, FiuzaLima, Guilherme Fiuza, música, pintura
23/02/2010 às 19:54 |
Belas palavras. Muito bem arrumadas, como você mesmo disse.